A
Tarde, 18 de julho de 2003-08-27
Coluna Samuel Celestino
Sistema
ferry-boat
O deputado estadual pelo PCdoB Javier Alfaya aguarda, há
três meses, resposta à solicitação
que fez para conhecer o contrato firmado entre o estado e
a Comab, que, agora, alegando prejuízos financeiros
na operação de transporte entre Salvador e a
Ilha de Itaparica, deseja romper o instrumento jurídico
firmado.
O parlamentar considera que o documento deveria ser público
e que há "fortes evidências de descumprimento
da cláusulas contratuais, firmadas em 1996, quando
a Comab assumiu o negócio".
Explica que, como vice-presidente da Comissão de Educação,
Esportes e Serviço Público e membro da Comissão
de Desenvolvimento Econômico e Turismo da Assembléia,
propôs a realização, ainda em abril, de
uma audiência, reunindo a Agerba, a Comab e os sindicatos
marítimos para discutir os serviços oferecidos
pelo ferry-boat.
"Infelizmente a audiência também não
aconteceu. No plenário da Assembléia, temos
nos manifestado com freqüência sobre o problema",
lamenta.
No Ministério Público
Por não obter resposta da Comab, operadora do sistema
de ferries, o deputado Javier Alfaya revela que a bancada
do PCdoB resolveu, no mês passado, ingressar com uma
representação no Ministério Público.
O entendimento da bancada é que se deve preservar o
princípio da continuidade do serviço público,
"não estando, portanto, facultado à Comab
interromper de forma unilateral o serviço, diretamente
ou por meio escuso, como a redução de horários
e precarização de serviços".
O deputado acentua, ainda, que a operadora do sistema de transporte
marítimo entre Salvador e Itaparica reduziu em aproximadamente
33% a oferta do serviço, devido à diminuição
de 43 para 29 dos horários de saída das embarcações.
Ele entende,por fim, que o péssimo serviço oferecido
pelo Consórcio (Comab) e a falta de investimento na
Ilha são fatores preponderantes da crise, o que determina
a decadência da Ilha de Itaparica.
Tribuna da Bahia, 18 de julho de 2003-08-27
Raio Laser
LDO

Publicada no Diário Oficial de ontem,
a Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO) para
o exercício de 2004 traz como novidade um dispositivo
estabelecendo em seu artigo 42, inciso III, a obrigatoriedade
de que a Lei Orçamentária contenha anexo específico
com as emendas aprovadas pelo Poder Lesgislativo. A determinação
é fruto de emenda de autoria da bancada do PCdoB na
Casa, representada pelos deputados Javier Alfaya, Álvaro
Gomes e Edson Pimenta.
Conquista
Para o deputado Javier Alfaya, líder do PCdoB, a medida
é uma importante conquista para toda a sociedade. "As
emendas apresentadas pelo Legislativo são fruto de
um intenso trabalho de contatos com prefeitos, vereadores
e entidades da sociedade civil. A publicação
das emendas em anexo específico permitirá a
todos o acompanhamento, fiscalização e luta
para o real cumprimento da solicitação",
acredita Alfaya.
Diário Oficial, 29 de julho de 2003
Projeto autoriza estado a indenizar presos políticos
do regime militar
 |
O regime militar que se instalou no país em 1964 cassou
ou suspendeu os direitos políticos de centenas de cidadãos
brasileiros. Mais do que isso, desrespeitou os direitos básicos
dos presos políticos, com prisões arbitrárias
e confissões arrancadas sob tortura. Para reparar essa
situação, os deputados Javier Alfaya e Álvaro
Gomes, ambos do PCdoB, apresentaram um projeto de lei autorizando
o estado da Bahia a indenizar pessoas que "tiveram seus
direitos fundamentais de liberdade de locomoção
e integridade física e psíquica lesados pela
detenção por órgãos e agentes
públicos civis ou militares no período da ditadura".
Os deputados Edson Pimenta (PCdoB) e Emiliano José
(PT) foram co-autores do projeto.
A proposta autoriza o Estado a indenizar os cidadãos
detidos sob acusação de ter participado de atividades
políticas e que tenham ficado sob guarda e responsabilidade
dos órgãos e agentes policias da Bahia ou em
qualquer de suas dependências, a partir de 31 de março
de 1964 até 15 de agosto de 1979. O direito à
indenização será devido aos que comprovadamente
sofreram sevícias que deixaram comprometidas suas faculdades
físicas e psicológicas e a requeira no prazo
de 90 dias contados da instalação de uma Comissão
Especial.
Essa Comissão será composta por nove membros
e deverá oferecer, no prazo de 90 dias, parecer sobre
os pedidos de indenização que lhe tenham sido
submetidos, fixando o valor monetário compatível
com a extensão e gravidade das seqüelas. A constituição
da Comissão Especial se dará da seguinte maneira:
três membros escolhidos pelo governador do estado dentre
representantes de entidades ligadas à defesa dos direitos
humanos; um membro escolhido pelo Conselho Regional de Medicina;
um pela OAB, um pelo Ministério Público; um
representante dos detidos de que trata o projeto; um escolhido
pelo Conselho Estadual de Saúde; e um pela Assembléia
Legislativa.
De acordo com o projeto, a comissão funcionará
junto à Secretaria da Justiça e Direitos Humanos,
que fornecerá todo o apoio e infra-estrutura necessários.
Os interessados em obter o benefício deverão
requerer à Comissão especial a análise
de seus casos, instruindo o pedido com todas as informações
necessárias. A indenização - que não
poderá ser superior a 200 salários mínimos,
nem inferior a 25 - será devida também aos filhos,
cônjuges, companheiros ou pais dos detidos que vieram
a falecer por conseqüência das seqüelas.
"A necessidade de se efetivarem medidas assegurando um
mínimo de dignidade àqueles que sofreram as
mais violentas atrocidades no período de regime de
exceção, para que se traduzam na vida cotidiana
do país, principalmente de nosso estado, os princípios
humanísticos elencados na Constituição
Federal, é inconteste", observaram os parlamentares
no documento. De acordo com eles, o projeto de lei visa reconhecer
a co-responsabilidade do estado da Bahia pelos danos causados
aos que foram confiados à sua guarda.
Diário Oficial, 17 de julho de 2003
Javier propõe em projeto a criação do
Conselho Estadual da Juventude
 |
O deputado Javier Alafaya (PCdoB)) apresentou
um projeto de lei que cria, junto ao gabinete do governador,
o Conselho Estadual da Juventude - órgão normativo
e consultivo, com estrutura colegiada, composto por representantes
do poder público, das entidades representativas dos
jovens e da comunidade. Esse Conselho teria, entre outras,
as seguintes atribuições: estudar, debater e
pesquisar a realidade da juventude baiana; apresentar ao Executivo
estadual propostas de políticas públicas e outras
iniciativas que visem assegurar e ampliar os direitos da juventude;
opinar em todas as decisões do governo que, direta
ou indiretamente, estejam ligadas às questões
do jovem e do exercício dos seus direitos.
Esse conselho, de acordo com o projeto de Alfaya, será
composto por 30 membros, divididos da seguinte forma: 15 representantes
do poder público e 15 da sociedade civil, sendo três
de entidades estudantis, um da CUT, dois de organizações
religiosas, um ligado ao meio ambiente, um de sindicatos,
um ligados aos empresários, um indicado pela União
dos Escoteiros do Brasil, um de federações esportivas,
um vinculado ao movimento negro, um de entidades de defesa
da mulher, um de entidades representativas dos homessexuais
e, por fim, um indicado pelos Diretórios Centrais de
Estudantes.
"Parece repetitivo, mas é importante reafirmar
que as novas gerações - crianças, adolescentes
e jovens - são portadoras do futuro do nosso povo,
da espécie humana e, particularmente, de nossas famílias.
Porém, não é pequena a dívida
social, política e econômica que o país
e o estado da Bahia acumularam para com esta grande parcela
de nossa população", observou o deputado
na justificativa do projeto.
De acordo com dados do IBGE apresentados por Javier Alfaya,
em 2002, cerca de 34 milhões de pessoas encontravam-se
na faixa etária entre 15 e 24 anos no Brasil. "Assim,
o aumento da participação dos adolescentes e
jovens na composição do povo brasileiro, mais
do que um desafio ou um risco, deve nos levar ao entendimento
de formular uma política de conjunto que atenda à
realidade da juventude de nosso estado", concluiu o parlamentar.
Diário Oficial, 02 de julho de 2003-08-26
Proposta criação de memorial dos mortos e desaparecidos
políticos
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Criar um memorial dos Mortos e Desaparecidos
Políticos na Bahia. Esse é o objetivo dos deputados
Javi9er Alfaya, Álvaro Gomes, Edson Pimenta (todos
do PCdoB) e Emiliano José, do PT. Eles apresentaram
um projeto de lei com este objetivo no início do mês
de junho. De acordo com a proposta, o memorial deverá
reunir informações bibliográficas, fotográficas,
pertences e objetos de uso pessoal dos mortos e desaparecidos
políticos na Bahia em qualquer período da história
brasileira.
Cálculos apresentados pelos deputados revelam que 252
pessoas (o govero federal reconheceu oficialmente a morte
de 136 presos políticos) foram mortas no Brasil no
período de 2964 e 1979. Dessas, 24 eram baianas. "A
luta de familiares e amigos pelo reconhecimento da morte e
desaparecimento políticos dos seus entes queridos já
se arrasta por mais de 20 anos. Eles buscam de todas as esferas
do poder público uma explicação para
essas mortes que somam o número de 252 casos",
observam os parlamentares na justificativa do projeto.
Tais patriotas precisam ser resgatados e reconhecidos oficialmente.
Eles estão para a história recente como Tiradentes,
Maria Quitéria e tantos outros estiveram num passado
mais remoto, e estarão para sempre reconhecidos na
memória e coração dos baianos",
reforçaram os parlamentares no documento.
"A construção desse memorial é,
portanto, um justo resgate da cidadania, um ato de homenagem
para com estes brasileiros, um reconhecimento à bravura,
coragem, desprendimento e patriotismo com que defenderam seus
ideais de democracia", concluíram eles.
Tribuna da Bahia, sábado e
domingo, 28 e 29 de junho de 2003
Raio Laser
Universidades
Democratizar o acesso às universidades
públicas da Bahia. Esse é o objetivo da bancada
estadual do PCdoB - Javier Alfaya, Edson Pimenta e Álvaro
Gomes - com o projeto de lei que propõe a obrigatoriedade
de reserva de vagas nas universidades estaduais para estudantes
oriundos de escolas públicas baianas. De acordo com
a proposta, as escolas de nível superior do estado
devem, a cada processo seletivo, destinar 50% das vagas, por
turno e por curso, a aliunos que tenham cursado da 5ª
à 8ª séries do ensino fundamental e mais
o ensino médio em instituições da rede
pública municipal, estadual e/ou federal.
Memorial
Dados bibliográficos, fotos, pertences
e objetos de uso pessoal de mortos e desaparecidos políticos
baianos poderão, em breve, estar reunidos num único
espaço, denominado Memorial dos Mortos e Desaparecidos
Políticos. A proposta é da bancada do PCdoB
- formada pelos deputados estaduais Javier Alfaya, Edson Pimenta
e Álvaro Gomes -, e do deputado Emiliano José,
do PT.
Correio da Bahia, 28 de junho de 2003
Poder - Informe da Bahia
Vagas
O deputado estadual Javier Alfaya (PCdoB) apresentou projeto
de lei que obriga as universidades públicas estaduais
a reservarem 50% das vagas para estudantes que tenham cursado
o ensino público. Pelo projeto, serão favorecidos
estudantes que tenham cursado da 5ª à 8ª
séries do ensino fundamental e integralmente o ensino
médio na rede pública, estadual ou federal.
Tribuna da Bahia, 25 de junho de 2003
Raio Laser
Ferry boat
Os serviços prestados pela Companhia
Marítima da Bahia (Comab) na operacionalização
do sistema ferry boat estão sendo questionados na Justiça
pelos deputados estaduais Javier Alfaya, Edson Pimenta e Álvaro
Gomes, do PCdoB. Eles ingressaram com representação
no Ministério Público, pedindo a revisão
do contrato de concessão, firmado em 1996.
Deficiências
O mau estado de conservação das embarcações
do ferry e os altos preços cobrados no transporte (dias
úteis, pedestres pagam R%$2,85, e nos finais de semana
e feriados esse valor chega a R$3,75; pelo carro popular o
usuário paga R$23,35 em dias úteis e R$32,50,
sábados, domingos e feriados) sempre foram motivo de
reclamação por parte dos usuários.
Tribuna da Bahia, 11 de junho de 2003
Raio Laser
Conselho
A criação do Conselho Estadual
da Juventude está sendo proposta pelo deputado estadual
Javier Alfaya (PCdoB), por meio de projeto de lei apresentado
à Assembléia Legislativa semana passada. A idéia
do deputado é que o Conselho seja normativo e consultivo,
composto por representantes do poder público, das entidades
representativas dos jovens e da comunidade.
Habilitação
Com base na Lei de Diretrizes e Bases da Educação
(LDB), o deputado Javier Alfaya (PCdoB) propõe ao governo
do estado, por meioi de Indicação, a criação
do Programa Estadual de Habilitação para Professores.
Apesar de ser uma exigência da lei federal, em vigor
desde 1998, cerca de 20 professores da rede baiana de ensino
ainda não dispõem de diploma da graduação
em nível superior.
Agora Banda B, 5 a 7 de abril de 2003
Deputado defende reserva de cotas nas universidades
O projeto visa, não só o acesso
de alunos oriundos do ensino médio público,
como a ampliação de vagas no ensino superior
Um componente da estratégia na democratização
do acesso à Universidade pública. Assim é
vista e defendida pelo deputado estadual e vice-presidente
da Comissão de Educação da Assembléia,
Javier Alfaya, PCdoB, a proposta de reservar 50% das cotas
de vagas no ensino superior público para alunos oriundos
do ensino médio das escolas públicas. Para o
deputado, essa democratização tem o ponto de
vista social e étnico.
De acordo com Javier, a democratização é
social, pois vai permitir aos jovens de família com
menor poder aquisitivo ter acesso à universidade pública.
Mas é também uma democratização
do ponto de vista étnico, pois menos de 5% dos universitários
brasileiros são negros ou se auto-afirmam como negros.
Como grande parte da população negra, principalmente
na Bahia, estuda em colégios estaduais, esse projeto
vai acabar contemplando essa ampla maioria negra.
O problema do acesso universitário, segundo Javier,
é uma questão estratégica, que também
implica no desenvolvimento do próprio país.
"Não é uma questão apenas do direito
do jovem de fazer um curso universitário, mas é
um problema que tem a ver com a grantia da continuidade do
crescimento do país, na medida em que o meio acadêmico
forma os principais quadros intelectuais e técnicos",
salienta.
Assim, o deputado acredita que a luta pela cota é parte
da estratégia da democratização, que
inclui não só a facilidade de acesso de alunos
menos favorecidos financeiramente, mas também a valorização
do ensino público em níveis fundamental médio,
a ampliação do número de vagas na rede
pública de ensino superior e a criação
de mecanismos de estímulo complementar como cursinhos
públicos, que já estão sendo criados
no Rio de Janeiro e em outras partes do Brasil.
A idéia do projeto, segundo Javier, é que 50%
das vagas das universidades públicas sejam reservadas
para os futuros alunos oriundos dos três anos do ensino
médio público. "Não podem ser alunos
que estudaram apenas o último ano em escola pública,
mas os que tenham freqüentado os três anos do ensino
médio", lembra.
Mais universidades
O deputado acredita que a criação desse projeto
estimula também a criação de mais universidades
públicas do estado. Para Javier, o número de
instituições na Bahia é insuficiente.
"Temos somente uma Universidade federal, enquanto em
Minas Gerais, que tem um território um pouco maior
do que o nosso, possui sete", critica. Por isso o deputado
defende a criação de mais duas universidades
federais, salientando que, em breve, a Bahia vai ganhar um
Universidade federal, porém dividida com Pernambuco,
metade ficará em Juazeiro e metade em Petrolina. "Nada
contra essa solução, mas demonstra claramente
que nós não temos forças para puxar para
nosso território uma instituição que
é fundamental para sustentar qualquer modelo de desenvolvimento
econômico social".
Outro aspecto salientando pelo deputado é que, com
a chance maior da entrada de alunos do ensino público
nas universidades, eles vão procurar se qualificar
mais no período do ensino médio, e isso vai
forçar a escola melhorar sua qualidade de ensino. Javier
lembra que, atualmente, a presença de alunos de classes
sociais mais baixas nos cursos como medicina e direito gira
em torno de 6%. Já nos cursos de licenciatura, esse
percentual é de 70%. "a idéia da cota é
equilibrar esse número nos cursos mais concorridos",
explica o deputado.
Mecanismo de fiscalização
Os mecanismos de fiscalização do projeto são
bastante simples, conforme explica Javier Alfaya. Para comprovar
que estudou em colégio estadual nos três anos
do ensino médio, o aluno vai utilizar apenas seu histórico
escolar quando fizer a inscrição do vestibular.
De acordo com o projeto, o aluno tem o direito de se inscrever
no vestibular, sem a obrigação de concorrer
somente às cotas reservadas para escola pública.
A escolha vai ser dele.
Javier acredita que é um critério mais seguro
do que as cotas defendidas pelos negros. "O mecanismo
da afro-descendência é subjetivo porque é
o estudante que declara sua descendência. Ele pode se
declarar negro por oportunismo e por isso não sou favorável".
O deputado lembra que a defesa pelas cotas de vagas para o
ensino médio contempla brancos e negros, mas não
deixa de frisar que na Bahia grande parte dos negros estdua
em escolas públicas.
Andamento
Javier admite que até agora o projeto não manifestou
forças na Bahia. No Rio de Janeiro, a experiência
serve como modelo e está estimulando a pressão
sobre outros governos, "É uma campanha nacional,
para que outros governos adiantem essa idéia de garantir
oportunidade para os alunos oriundos da escola pública.
O Brasil tende a polarizar em torno de proposta e não
das cotas para negros, porque ela é menos polêmica",
acredita.
A luta pela cota de 50% para alunos de escola estaduais ainda
é uma campanha na Bahia, mas, de acordo com Javier,
vai se transformar num projeto de lei. Juntamente com o deputado,
a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União
Brasileira de Estudantes Secundaristas (Ubes) apóiam
a campanha. "Como deputado, vou apresentar o projeto
e defendê-lo na Assembléia Legislativa",
ressalta. Ele acredita que, apesar de estar num estágio
de discussão, o projeto tem qualidade e, acima de tudo,
respaldo para ser aprovado.
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